Livro "Conspiracy" by Afrodite Jones

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Livro "Conspiracy" by Afrodite Jones

Mensagem por Raquel M.K.Jackson em Dom Set 18, 2011 6:06 pm

Conspiração Michael Jackson by Afrodite Jones

Nota da Autora
- Primeira Parte

O dia que Michael Jackson foi absolvido. Foi-me questionado sobre o veredicto pela estrela da Fox Bill O’Reilly. Por meses comentei sobre a experiência pela Fox news falava-se muita coisa contra Jackson, principalmente levando a acreditar que a estrela Pop era culpada. Quando O’Reilly me passou a resposta do veredicto “não é culpado”. Eu estava gaguejando. O’Reilly precisava de uma resposta direta, e finalmente disse a minha opinião o júri fez a coisa certa.
Mas parte de mim ainda estava em choque.
Eu fiz meu ultimo comentário publico no caso, percebi que havia me tornado uma pessoa da media que havia predeterminado o resultado de uma injusta experiência. Muitas pessoas a minha volta estavam tão confiantes da culpa de Jackson. Certos repórteres tinham inclinado Tvs e rádios a cobrir o execução da sentença e eu fui a única a seguir outra perigosa direção.
De qualquer forma eu conhecia a verdade.
Quando eu li a nota do veredicto Não é Culpado em todos os jornais, me senti envergonhada de ter feito parte da indústria da mídia que parecia determinada em destruir Jackson. Embora que eu em algumas poucas horas, contatei o primeiro jurado do júri, Paul Rodriguez, que me falou sobre Jackson, que afirmou que Jackson tinha sido um alvo. O primeiro jurado do júri disse que Jackson foi verdadeiro e não era culpado das acusações. Ele sentiu que Jackson foi uma vitima feita pela mídia.
Escrever um livro sobre Jackson ser inocente nunca passou na minha mente, não durante a experiência em Santa Maria. Eu respeito o advogado Tom Mesereau, e fui ver porque o júri voto não é culpado em todas as acusações, mas eu não tinha a intenção de revelar a minha própria fonte de informações. Certamente não queria ser injusta e expor para a mídia meu “amigo” unilateral.
Façamos uma limpa: Estava lá 22 mil pessoas entre pessoas da mídia credenciadas, e menos maravilhoso admiradores que tentavam induzir a retratar Jackson como culpado, algumas daquelas pessoas da mídia faziam parte dela do meu ciclo. Eu não tenho nenhum nome dessas pessoas nesse livro, outro que teve que saborear a experiência péssima de ser o culpado era Martim Bashir.
Admito que estive lá durante o julgamento até chegar ao fim. Quando fui ver Jackson triste, quando senti que a mídia mundial foi contra ele. Eu precisava saber que os fãs não estavam felizes com a cobertura da media e decidiram ir para frente dos portões de Neverland e fazer as pazes com eles. Fui para dizer que não era parte daquela injustiça com Michael sempre mostrei os fatos. Tentei convencê-los que não tinha um programa.
Mas não acreditaram em mim, eles tinham me visto no noticiário e muitos achavam que estava mentindo. Fiquei bastante por tempo dizendo para as pessoas que eu estava fora da daquela sujeira em torno de Jackson, mas eles não se interessaram. Escutei o que seus fãs tinham a dizer, eles vinham de vários lugares Espanha, Irlanda e até do Irã, e eles também diziam seu lado da historia. Os ouvi insistir que a mídia americana era corrupta, que os americanos odiavam Jackson por todo motivos errados. Algumas pessoas traziam cartas e cartazes, outros falavam de Michael e a amizade com as crianças que são aceitáveis em algumas partes do mundo – outras da America.
Seus fãs me impressionaram. Sim, estavam lá alguns poucos fanáticos – uma mulher me chamou de prostituta em espanhol, mas ao mesmo tempo, vários apoiadores eram de bom coração. Alguns me deram o beneficio da duvida.
Apreciei isso.
Eu tirei varias fotos dos fãs nos portões de Neverland, que estava coberto de corações feito por aqueles que amavam Michael, depois de um tempo um pequeno grupo começaram a caçoar do clã Arvizo e suas malucas contradições. Eles estavam imitando Janet Arviso, que foi gravado e assistido apenas por Michael Jackson e sua família. Nas contradições mostradas, Janet perguntava o motivo, depois que a entrevista do Bashir foi exibida, subitamente muitas pessoas se mostraram preocupadas e cautelosas com ele, quando verdadeiramente. Apenas a família de Michael deu apoiou.
Em coro repetíamos o que ela dizia
Onde estavam? Quando eu não podia alimentar meus filhos, mesmo com uma caixa de cereal?
Onde estavam? Quando meu filho e eu chorávamos?
Onde estavam? Quando eu não tinha dinheiro suficiente para pagar a passagem do ônibus?
Onde estavam? Nós nos perguntávamos repetidamente e riamos do melodrama de Janet.
Devido essa visita a Neverland, minha reportagem teve uma rápida retirada. Porque eu abria mais uma idéia sobre Michael Jackson não ser culpado, e eu tentei ficar longe dos comentários negativos, eu tinha que começar a editar grande parte das noticias. Não que eu tivesse um lado só pra Tv, eu tinha contribuído para o programa de radio Michael Reagan (o filho adotado de Ronald Reagan) e tinha que passar semanas no programa de radio nacional de Reagan. – massacrando Michael Jackson.
Se fosse uma conspiração da mídia, eu era culpada.
Algumas semanas depois, todas as emissoras retiraram seus últimos equipamentos de santa Maria, me encontrei sozinha perdida sem a presença de Michael, sem a comodidade de ter meus amigos da mídia pra me ajudar ainda no outro dia. Eu me senti destruída.
Santa Maria é um bom lugar, mas tornou-se vazio para mim. O caso Jackson estava encerrado e aquela cidadezinha se tornou estranha. Imaginava que tinha amigos na mídia, mas percebi que muitos não eram. Eles usaram minhas informações e partiram para a próxima estória. Alguns foram para Aruba cobrir o caso de uma garota adolescente desaparecida.
Felizmente, eu não estava preocupada com as próximas noticias mirradas, eu tinha em mente grande quantidade de informações e precisava descrevê-las, eu esperava escrever um livro sobre Jackson, porque depois de tudo, não era uma simples experiência pra mostrar os fatos, fundamentando, como uma autora.
Desde que eu estive no tribunal como repórter freelance de TV, eu estava obtendo autorização para sair de lá em segredo e ter tudo enviado para a minha casa. Sentada em santa Maria com meus pensamentos. Tentei determinar o que eu fazer com toda aquela documentação em bloco de notas que eu tinha escrito no tribunal, eu decide juntar todas as coisas e guarda caso livro se materializa-se.
Como a minha jornada feita voltei pra costa leste, comecei a analisar o desperdício de dinheiro submetido pelos contribuinte, especialmente os da Califórnia. Era difícil calcular com exatidão a quantia de dólares desperdiçado, mas os números tinha que ser em bilhões. O julgamento de Jackson foi um de vários eventos na historia dos Estados Unidos. A quantia de dinheiro gasto em segurança foi simplesmente ultrajante.
Considerei uma conta cara para ser paga, me questionei quanta a pagar a santa Maria, nunca encontrei algo em um tribunal que me atentasse a escrever a minha historia de crime carreira. Estava me perguntando por que gasta tanto dinheiro para abrir um processo publico para o contribuinte pagar.
E finalmente porque algumas pessoas importantes da mídia parecia pensar que eu era menos que um repórter, especialmente quando era pessoas como Márcia Clark, que sem sucesso processou judicialmente O.J Simpson do lado de fora da corte de santa Maria um repórter do entertaiment tonight.estava espantada que um dos talentoso da network disse me que certamente eu era incapaz de fazer um trabalho de reporte de TV embora eu tenha sido por anos repórter e comentaristas de TV. Todo o caso de Jackson estava começando a tendo uma revira volte. Às vezes eu era atacada verbalmente feito por repórter na minha frente.
Imagina o porque. Eu tinha colocado o drama tão completo , gasto e agonizante – tudo por nada. Quando viajei para Nova Iorque descobri que o publico americano esperava lançar um livro com tudo sobre o Michael Jackson. – Especialmente um com o lado de Jackson da estória.
Eu estava assolada.
Mas aquele período com Michael acabou.
Imagina como ele se sentia realmente estando sozinho naquele inferno que estava passando. Sendo o único e principal assunto da mídia que queria destruí-lo. Ele era a única pessoa prejudicada com isso.
Menos de um mês após a sua absolvição, percebi que Jackson, seus três filhos e a baba tinham se mudado para o golfo pérsico reino do Bahren porque havia sido convidado pela família real sheik Abdullab, Jackson tinha então sua privacidade de volta, ele podia encontrar um caminho para sua recuperação, relaxar e pensar sobre sua volta. Supostamente a estrela foi entrevistada sobre abrir um vinhedo ou um parque de diversões, mas Jackson não estava interessado, Michael Jackson tinha grandes planos, mas no momento ele queria apenas esquecer seu pesadelo.
Meses depois eu entrei em contato com o juiz Rodney Melville que escreveu a pedido meu um mandado permitindo rever as fotografias e todas as evidencias criminais do caso. Eu gastei muito tempo em viagens a santa Maria, falava-se torrencialmente em documentos e fotos pessoais de Michael em Neverland, gravei todas as evidencias que eu tinha visto durante o julgamento e requisitei copias das transcrições. Lendo todas aquelas notas das citações das testemunhas nesse livro vem exatamente as transcrições do tribunal. Tenho um manifesto quando estive na suprema corte de Santa Maria um baseamento complexo revisado por horas que nunca foram publicadas. Um escrivão monitorava minhas notas na corte. Fiz uma pausa momentânea quando a policia alegava por interrogatório acusando-o não estando seguro sobre certas coisas. Eu revi os interrogatórios com as acusações da policia, e questionei a corte sobre as conclusões empregadas. Eu esperava saber se tinham filhos e se eles já tinham treze anos, e saber sobre a sexualidade. A corte observou muitas conclusões inquietantes em suas mentes.
Claro que sabiam que certamente eles fizeram treze anos.
Com isso, eu tinha minha resposta. E decide entra em contato com os advogados de Jackson, Pearl jr. Que também cobriu o caso de Jackson, e nós tínhamos almoçado juntos em Los Angeles.
Pearl jr. me encorajava a escreve o livro sobre o caso Jackson, de qualquer modo, eu ainda sentia que estava lutando uma arda batalha.
Poucas semanas depois eu passei uma temporada com Tom Mesereau, não uma vez, mas duas vezes e peguei a autorização.
Senti que, independente da mídia, dos céticos, e todos meus amigos e familiares estava dizendo, eu precisava me encontra com Michael Jackson, começar a escrever, eu notei que as pessoas em todos os lugares que eu ia se divertiam com isso. Um livro pro - Michael Jackson? Impossível.
Quanto mais as pessoas me incentivavam e me estimulavam, mais eu estimulava a lutar em meio de milhares de paginas de transcrições do tribunal e com pessoas que começaram a discorda de mim, eu comecei a acha que o livro nunca ficaria pronto. Para mim boa parte do tempo tornou-se um trabalho ardo, sempre, senti como que estivesse carregando o mundo nos meus ombros.
Adoraria saber se Michael sentiu-se assim em sua vida.
Mantive minha opinião e meu espírito na época em que Jackson me disse oi durante o julgamento. Estava no corredor durante um intervalo, e passei despercebida pra ele como se eu fosse uma estatua de cera, de repente ele se virou pra mim e disse Oi.
Quando ele falou, me assustei.
Ele estava engraçado, e eu amei.
As pessoas sempre me perguntavam se eu conhecia Michael Jackson e eu respondo a eles que sim, mas realmente, nunca me apresentei a ele e ele certamente não sabia de mim.
Apenas uma vez eu lhe fiz uma pergunta para a mídia escrita, estava começando, quando Jackson me respondia perguntas da mídia, e eu o questionei se ele falava com os seus fãs nos portões de Neverland. Michael já estava saindo daquela multidão da repórter, mas ele volto olhou pra mim e respondeu: eu amo meus fãs, eu amo meus fãs! E estarei lá mesmo q tenha apenas uma pessoa que se importe.
Eu esperava fazer um livro que o fosse alem do objetivo de apoiar Jackson, e ter as milhares de pessoas que tinham contado as sua verdades a mídia tabloidiana, de forma excessiva. Se as verdade prevalecesse as pessoas de uma foram ou de outra, abririam seus corações.

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Re: Livro "Conspiracy" by Afrodite Jones

Mensagem por Raquel M.K.Jackson em Dom Set 18, 2011 6:06 pm

Tradução Conspirancy Michael Jackson
Parte 2
Prefacio


Quando vi a jornalista Afrodite Jones na corte em santa Maria no caso Michael Jackson, me virei para outra direção. Eu nada queria com a senhorita Jones. A principio meus olhos viram a senhorita essa Jones eu a olhei secamente, encarei friamente, se olhares frios matassem, ela estaria morta.
Associava Afrodite Jones a mídia internacional que investigava pesadamente com a visão convicta de destruir Michael Jackson. Nunca em minha vida ou carreira eu tinha encontrado no meu meio semelhante maluca, desonesta e manipuladora alimentando e causando frenesi. Despeito a presença de muitos honrosos jornalistas a fantasmas de aproveitadores que pareciam ofuscar mais do que estavam sendo honestos, exatos e cuidadosos.
Aproximadamente um ano após Michael Jackson ser inocentado, eu inesperadamente encontrei a senhoria Jones em uma galeria de arte em Bevely Hill para celebridades que publicavam uma serie de anotações de altos-arquivos do tribunal. Inicialmente tive uma leve discussão com a senhorita Jones. Eu disse-lhe que tinha assistido na televisão durante o caso Scott Peterson e observei sua agressividade colocando seu chefe em defesa aconselhando Mark Gregorios a se afastar, que aparentemente nivelava as noticias sobre o que estava acontecendo comigo.
Senhorita Jones disse-me entender completamente e respeitava muito o meu jeito e abordagem na defesa de Michael Jackson, ela afirmou que tinha outro pensamento sob a forma com que a mídia lidava e mostrava o julgamento do Michael Jackson. Ela se sentia culpada pela forma que alguns da mídia mencionavam e mostravam freneticamente. Senhorita Jones pensava em escrever um livro sobre a realidade de Michael Jackson no tribunal e a distorção que mídia estava fazendo.
Quando Afrodite Jones perguntou-me se podia me entrevistar pelo meus esforços, eu estava cético. Minha colega e conselheira na defesa de Jackson, Susan Yu, foi inflexível a Senhoria Jones não teve apoio nenhum no livre. Contudo, algumas coisas me dizia que a senhorita Jones foi sendo bem sincera, corajosa e profissional em seu desejo para reunir e informações corretas sobre a defesa do Michael Jackson.
Em entrevistas com a senhorita Jones e revendo alguns dos rascunhos iniciais do proposto livro. Me surpreendi com os seus esforços e sinceridade para ir contra a fluente mídia circulante e dizer a verdade sobre Michael Jackson, eu concordei e ajudei, muitos esforços vinham dos lugares certos. Recusei-me a falar o que escrever ou como escrever sem nenhum interesse ou lucro financeiro no livro. Alguém acreditava fortemente no poder e valor das idéias e que concordava, eu apreciei ver os meus diferentes pontos de vista enquanto se tinha integridade, inteligência, e informações precisas. No caso Michael Jackson, a maioria das conclusões da mídia eram levianas, mal informada, e auto-serviço. Eu sabia em meu coração, que o coração de Michael Jackson não era de culpado das alegações. Meu propósito em escrever esse prefacio é sublinhar como é importante um retrato verdadeiro do trabalho do sistema judicial. Pelo últimos quinze anos, a sociedade americana foi pega pelo tratamento da mídia na suprema corte, alcançando pela televisão, documentários, renovações, series de teve, filmes e livros (ambos de ficção ou não) onde tenho encontrado uma audiência massiva sob a subjetividade do sistema judiciário. A importância dos lucros – bilhões de dólares pra ser exato – foi o que produziu esse mundo cambaleante. Isso foi criticado por profissionais do jornalismo que mantinham os seus valores éticos no meio dessa explosiva exploração. Acredito que fiz acontecer, em muitos momentos do que acontecia no julgamento de Michael Jackson.
Quando encerrava em santa Barbara setenta xerifes invadiram a casa de Michael Jackson no rancho de Neverland, em novembro de 2003, eu retornando a Los Angeles de um período de férias, eu estava no final das preparações para a defesa do ator Robert Blake, que era acusado de ser assassino da esposa. Dentro de minutos após ligar o meu celular depois de nove dias inativo. Começou a tocar, eram chamadas de longa distancias dos advogados de Michael Jackson. Eles queriam que eu pegasse um vôo imediatamente para Las Vegas e fosse conselheiro deles.
Eu recusei a oferta porque sentia que não estava sendo ético com ambos os casos Blake e Jackson. O Blake foi acusado pelo tribunal em fevereiro de 2004 e consumiu todo o meu tempo. Eu tinha conseguido que Robert Blake respondesse ao processo em liberdade inicialmente, durante o qual a America legal esperava dizer que obterem a fiança era impossível.
Eu tive sucesso em conspirações fazendo com que eles mudassem e desmentissem novamente na subseqüência o que se ouvia sendo capas de subterfúgios de opiniões em que o benefício foi à revisão do publico prosseguindo as insensatas noticias da televisão; sendo eu verdadeiro e ele foi absolvido.
Três meses depois foi abordado pelos advogados de Michael Jackson nas vésperas do julgamento de Blake, Robert e eu tínhamos umas sérias decaídas externas, no julgamento que o juiz não podia resolver. Retirei-me da sua defesa. Aproximadamente cinco semanas depois Randy Jackson irmão de Michael Jackson me ligou e perguntou-me se poderia reconsiderar, eu precisava saber quanto tempo tinha e se poderíamos nos encontrar socialmente de tempos em tempos. Disse a Randy se estava livre e se poderia conhecer Michael Jackson. Randy arrumou um vôo para eu ir para a Florida com esse propósito e o resto é historia. Toda minha vida foi radicalmente mudada a pedido de Randy.
Antes eu tinha que conhecer o caso Michael Jackson. Eu estava chocado com o teatro armado em torno da defesa de Jackson. Seus advogados estavam viajando para santa Maria em um jato particular e aparentemente tínhamos uma boa equipe. Michael estava atrasado para sua primeira audiência, manifestações em cima de SUV para seus fãs, e uma multidão de jornalista atrasavam ainda mais. O encontro legal e financeiro adverso de Jackson. O local ao qual os jornalistas se referiam a Michael como “time dos sonhos”, em um elegante hotel em Bevely Hill. Michael falou ao 60 minutos do resultado desastroso que tinha sido a prisão, e informações seguras da visita de um grupo islâmico a Jackson, teve uma péssima repercussão na conservadora comunidade de Santa Maria. Eu não gostei disso de modo algum.
Eu escolhi suavizar tudo. Na sala do tribunal me opus as câmeras e defendi ao juiz do tribunal para mandar fechar e silenciar a sala. Eu revidei as provocações individuais sobre a defesa, e uma ou outra provocação imediata e gratuita. Certas pessoas não tinham confiança em mim, eram frios e por fora se encontravam fechados ou negavam acesso a informações importantes. Meu foco era as treze pessoas. O juiz e os doze jurados. Eu gostava da comunidade de Santa Maria, meus instintos me diziam que seriam justos com Michael.
A defesa de Michael Jackson tinha que enfrentar três desafios. O precessso, a imprensa e uma legião de medíocres conselheiros em volta do inocente e vulnerável Michael Jackson. Estou feliz em dizer que nosso sucesso foi nos três obstáculos.
O processo gastou mais dinheiro e tempo tentando condenar Michael Jackson do que qualquer outro na história. Na década de 1990, o advogado regional tom Sneddon começou a investigar e reunir dois grande júris, Santa Barbara e los Angeles para indiciar Michael Jackson e juntos reforçar as chances com algum crime. Ainda na década de 1990 o senhor Sneddon viajou pessoalmente a dois países pequenos alegando procuras por vitimas de Michael. Ele não encontrou nada. Senhor Sneddon montou um web site com o departamento do sheriff de Santa Barbara para obter informações sobre Michael Jackson e contratou a firma PR. Isso foi um absurdo.
Em 2004, um terceiro júri estava reunido nesse caso, e Michael foi indiciado. O processo que teve nove acusações instauradas – mas do que eu tinha visto, até mesmo em caso de pena de morte. Eles imprudentemente contrataram peritos em diversas áreas para uma acidental reconstrução, computação gráfica, segurança de sistema, DNA, contabilidade forense, financeiras, criminalistas, telefones, acústicos, molestação infantil, psicólogos, patologistas, e consultoria jurídica.Eles fizerem todos os esforços para bombardear e passar ao júri algum fato concebível que pudessem ajudar a condenar Michael. Isso incluía contratar um júri para consulta, obtendo sucesso, convencendo Timothy Mcviegh, Martha Stewart e Scott Peterson a ajudar no processo.
De imediato nunca saberemos o quanto de tempo e dinheiro foi realmente gasto no processo, quanto foram os advogados oficiais da região. Os números estavam ridicularizando o julgamento e os advogados de certo modo. As agências coagiam ao redor do mundo nos contatos. É claro que todo esse dinheiro era do contribuinte de Santa Barbara, Califórnia.
Mas acredito que a impressa ao redor do globo cobriu esse julgamento com um total maior de repórteres do que os do julgamento de O.J Simpson e Scott Peterson juntos. Pois nunca se teve uma cobertura de um julgamento e nunca mais haverá essa probabilidade novamente. Infortunamente estavam acreditando em arrecadar uma enorme soma de dinheiro com filmes, shows, remontagens e livros sobre a acessão e queda de Michael Jackson, de qualquer modo era necessária uma condenação para que alguns desses projetos tivessem sucesso. Se Michael Jackson tivesse ido para a prisão, teria a maior cobertura mundial da impressa na história. Bilhões de dólares envolviam a conta.
Por que ele é a maior e mais afamada celebridade, Michael Jackson atrai enormes gamas de personalidades de peso “socialites”. Incluído advogados e anônimos igualmente. Ele era assunto constante dos mais medíocres e imprudentes conselhos pra ele especialmente sobre a sua própria defesa. Pessoas estavam dizendo a ele tudo sobre os acontecimentos e das coisas que faziam, esse mar de tolos eram uma perigosa distração.
Um esclarecimento, considerando o papel de acusadora a mãe no tribunal. Dediquei-me muitos dias para provar que ela estava esgotando o alvo de seus ataques, durante minha declaração de abertura, comuniquei ao júri que provaria que a mãe estava orquestrando falsas acusações. Eu tinha a examinado por três horas seguidas de audições, Eu sabia que ela era um desastre para a acusação no cruzamento das informações. Eu estava informado com os acontecimentos da defesa de Jackson quem não estava se esforçando e tomando posses desanimadas para depor para a acusação. Eu especialmente proibi qualquer um de relatar os fatos em Los Angeles. Quando soube que ela tinha cometido uma fraude contra a previdência social pelos os advogados distritais. Segundo a lei da Califórnia ela não podia depor.
Apesar da minha limpeza administrativa, certos advogados, nove dos que estavam examinando um único testemunho no tribunal, e comunicando as autoridades de Los Angeles, eu esperava que ela se recusasse a depor, e retirar as acusações pra assegurar o que ela falava e a postura deles no caso. Ela tinha que se manter firme, ela tinha que se recusar a qualquer testemunho dentro da constituição da Califórnia ou dos Estados Unidos. Ela tinha um acordo e isso foi um sério golpe na sua defesa.
Eu não acreditava que os advogadas que informavam pretendiam ajudar Michael Jackson. Na minha opinião simplesmente lhe faltavam visão e discernimento. Eles queriam ser parte do evento e do julgamento forte e de cliente vulnerável. Na realidade eles não pertenciam a lugar nenhum desse caso.
Afortunadamente eu tive dois excelentes advogados no meu time: Susan Yu e Robert Sanger. Embora todos nós tivéssemos nossos diferentes antecedentes, estilos e perspectivas, nós fizemos um grande time. Senhorita Yu e senhor Sanger estavam sempre focados e dirigiam sua visão em absolver Michael Jackson, eles sabiam que o grupo era esforçado e exigente. A questão era que tínhamos nossas diferenças, sempre resolvíamos elas de modo que focassem na vitória. Eu também me consultava com a minha querida amiga Jennifer Keller, uma brilhante advogada de defesa criminal dos sul da Califórnia. Ela era também uma dos advogados que ganharam o caso comigo.
Nós também tínhamos um pessoal profissional e assistentes. Investigador Jesus Castilho e Scott e Ross estavam sempre nos mantendo longe da impressa e nunca permitíamos que atraíssemos o estrelato que interrompesse o nosso foco da defesa. Onde o potencial de distração nesse caso estava em qualquer lugar. Eu tinha observado advogados em outros casos, tínhamos que manter as câmeras longe e, na minha opinião eles procuravam um cliente interessante. Afortunadamente isso nunca aconteceu nem com a senhorita Yu, senhor Sanger ou comigo.
Eu tinha que revisar o livro da senhorita Jones e comentar seus esforços. Alguém que quiser aprender o que aconteceu na sala de tribunal com Michael Jackson é para ler esse livro. Explicações limpas, e mostra detalhes do porque ele era inocente, compassivo gênio da musica foi absolvido. Um feito para o júri conservador de Santa Maria, Califórnia, justiça foi feita e eu estou orgulhoso de ter estado a frente do caso Michael Jackson.

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Re: Livro "Conspiracy" by Afrodite Jones

Mensagem por Raquel M.K.Jackson em Dom Set 18, 2011 6:06 pm

Tradução do livro "Conspiracy"
Capitulo

ABC É FACIL

Era o ultimo dias do julgamento. Um grande verídico na história mundial, e milhares de pessoa estavam inundando as ruas em volta da corte. A chegada de Michael Jackson era iminente, o xerife e o vice-prefeito estavam tratando a multidão como se fosse um campo nazista, exigindo que todos ficassem por trás da linha, exigindo ordem no meio do caos. A soma da impressa estrangeira posicionada dentro das barricadas, esperando ver, estava dando o lugar para as pessoas se sentirem esgotas emocionalmente.
Após cinco meses de cobertura do caso por todas as redes embaixo de sol, pessoas da impressa não combinavam com gentileza, era pra servir as as pessoas sobre a justiça no caso estado da Califórnia VS. Michael Jackson. Por toda semana que o júri deliberou, as redes a cabo estavam pondo fogo no público, noticiando a potencial imagem de Michael Jackson sendo encarcerado em cela. Algumas pessoas esperavam mostrar a super-estrela indo da corte pra cadeia. Tentando esperar que o Michael Jackson fugisse desse destino.
Era meio dia, da segunda feira dia 13 de junho de 2005. Quando finalmente dera a noticia que o júri tinha o veredito. A impressa de todo o mundo estava agitada. TV a cabos, pessoas filmando, chegando com novas exigências e novos ângulos de câmera para filmar. Uma quantidade de fãs de Jackson tinham feito acampamento em varias parte ao redor da corte, fãs com câmeras filmadoras, com celulares com câmera, fãs com todo aparelho tecnológico digital disponível. Pessoas competiam pelo melhor lugar para ver Michael, melhor foto, melhor camiseta, melhor pôster. Era uma loucura.
Pessoas que acompanhavam do lado de fora de Santa Maria estavam correndo, analisando, formando colorindo e envelhecendo. Esperando pra receber noticias, lá estavam um frenesi entre meia dúzia de fãs de Jackson completamente personificados e com um punhado de mulheres que desejavam ser Billie Jean. Representantes de vários lugares estavam lá talvez metade do pais e ao redor do mundo, eles estavam inflexíveis sobre Jackson ser inocente.
Para os fãs de Jackson que estavam lá o dia inteiro, o tribunal providênciou uma oportunidade rara por partes diferentes. Pessoas de todas as esquinas do planeta vieram se unir pra lutar por justiça. Eles acreditavam que Michael era um peão da impressa, e tinha que mostrar vigor para suportá-lo. As pessoas amavam Michael como um irmão, um ícone, um entretener. Mas a impressa e os fãs de Jackson pareciam excessivos e excêntricos. Eram facilmente desacreditados.
Todo mundo esperava o vir o verídito. Cada hora que passava parecia ser uma eternidade. Crescia a ansiedade dos fãs. Quando os portões da corte foram abertos ao público, a multidão veio fechar o cerco rapidamente em direção a fileira ao adjunto, aos poucos os escolhidos por meio de um sorteio foram permitidos entrarem. Embora em silêncio e enfileirados, os trinta e cinco membros do público, e estavam atônitos e eufóricos eram dadas advertências sobre explosões. Os sorteados eram acompanhados ao interior sendo organizando pelo adjunto. Eles falavam onde iriam ficar sentados em uma área destinada ao público e não podiam fazer nenhum som.
Para cada pessoa lá, a antecipação do veredito crescia em quantidade, grandes proporções. As vinte três mil pessoas credência da impressa que cobria o tribunal, apenas três dúzias tinha cadeiras lá dentro. Aos poucos dúzias de produtores a espera do veredito para fechar a cobertura de TVs, sala da câmara trasbordava, sala de isolamento dos fãs, mas pelo tamanho da impressa optou-se apenas por ficar do lado de fora porta da corte. Guardada individualmente, eles tentavam brilhantemente transmitir noticias internas de Jackson.
A impressa se mantinha fortemente interessada em qualquer coisa, tudo que pudesse os excitar e na audiência, mas todos estavam em silêncio. E o mundo na expectativa do veredito ficando ainda mais ansioso, os produtores dos noticiários estavam começando a ser bombardeados com uma crescente gritaria dos fãs de Michael é INOCENTE.
E então, sempre como um relógio a família Jackson chega completa à corte, Katharine e Joe, Janet, La toya, Robbie e Michael e outros irmãos famosos. Seus assessores, seus guarda-costas e sua glamorosa família estavam se dirigindo ao time da defesa de Michael, coisa de uma distinta posição todas as pessoas que estavam juntas eram completamente esclarecidas por Michael.
Michael estava escondido por trás de sua marca registrada seus óculos de sol espelhado e seu guarda-sol emergindo a super-estrela de todas as super-estrelas. Michael aproximou-se da corte na pequena distância de seu veículo utilitário preto. Em meio a gritaria e lágrimas por toda parte deles – Fazendo ainda parecer por toda parte do planeta.
Era tempo de qualquer condição de saúde, qualquer número no tribunal pudesse vir dele. Michael não mostrou nada. Michael correu pra seu advogado Tom Mereseaus, e, antes ele caminhava atrás das portas fechadas da corte, a alta posição de Michael era um sinal pros seus fãs que viam a alegria dele de longe do lado de fora, que estavam forçando os portões, e um ciclone de pessoas cercando gritando e alegres, lá eles pareciam estar em comunhão. Algumas coisa de Michael faziam os corações deles baterem. Pareciam sentir a presença dele por toda musica, eles podiam senti-lo dançar.
Aconteceu, as ultimas pessoas da impressa foram permitidas a entrada na pequena sala do tribunal. Estavam esperando apenas serem feitas as revistas juntos ao detector de metal, e Michael surgiu dobrando a esquina, e, pela primeira vez a super-estrela aparentou nervosismo no tribunal, seu rosto estava tenso. Ele não tinha aquele sorriso, não parecia aquele invencível. Naquele momento as pessoas podiam ver a vulnerabilidade que o tribunal tinha causado em Michael depois de tudo. Era obvio que esperavam acabar com ele.
Michael confidenciou aos seus advogados que seu time confidenciou a Jackson que ele seria absolvido de todas as acusações, insistindo nesses assuntos da acusação inúmeras vezes. Tom Mereseau era inabalável em sua opinião que Jackson havia sendo processado por crimes que não cometera, amigos e familiares de Michael certamente acreditavam nele, ainda quando Jackson estava de pé ao pé da sala da corte a poucos segundos, estavam esperando por trás do detector de metais – a estrela estava assustada.
Do lado de fora da corte, as oito mulheres e quarto homens do júri que tinhaM estado presente as seiscentas audiências estavam lá, que tinham testemunhado o que parecia ser uma campanha ofensiva de lançamento do documentário do Martin Bashir, que havia escutado vinte dois anos de histórias pessoais de Jackson. Todos descobriram e derrubaram o que fizeram por eles e o advogado do distrito de santa Barbara Tom Sneddon. Em todos, Sneddon e seu time haviam assistido as oitenta testemunhas na tentativa de retratar Jackson como um sério criminoso e permitindo que a depressão voltasse à vida de Jackson, tentando mostrá-lo para o júri como um molde de criminoso comportado.
As pessoas dentro da sala do tribunal esperavam um veredito do júri, o mundo aparentava uma pequena incredulidade, todos estavam tensos. Todos os olhos estavam focados lá. A família de Jackson estava apenas seis assentos na corte, a Janet, estava elegante, optou por esperar do lado de fora durante o processo, permitiu aos irmãos Randy e Tito e as irmãs La Toya e Rebbie sentarem diretamente atrás de Michael.
Passaram onze policiais armados de fora da sala, prontos para que ninguém tirasse a atenção contendo as explosões. E as 14 e 10 da tarde o juiz Rodney Melville finalmente começou a abri os envelopes do veredito. Deslizando cada um dos envelopes, o juiz fazia uma cara, nenhuma palavra foi dita na corte, mas uma jovem moça dos jurados tinha lagrimas em seus olhos. O tempo demorava a passar parecia como se fosse eterno e então inesperadamente a suprema corte. Clerk Lorna Leu realmente as palavras:
Caso um – conspiração – não é culpado
Caso dois – sobre a acusação de corromper uma criança – não é culpado
Caso três – não é culpado.
Não é culpado foram às palavras que acabaram de serem lidas e 14 horas acabadas para todos. Os vereditos vinham saindo, katherine, que nunca perdia um dia de tribunal, tinha lágrimas nos olhos, Tito acabou chegando a beijar sua mãe. O resto da família abraçaram-se apertado uns aos outros. As noticias começavam a sair, os fãs de Michael soluçavam silenciosamente barulhos por toda parte, a imprensa de todo mundo sentadas nas barracas. Eles realmente pareciam estar surpresos que Jackson não tinha sido condenado em nenhuma de todas as acusações. Pelas caras e olhares da imprensa. Alguns deles membros da impressa realmente tinham negócios a ver se a super-estrela tivesse ido pra trás das grades.
O juiz Rodney Melville, que tinha tratado o caso com certa dignidade, teve que manter tudo em segurança e confiável, que não tinha tolerância em qualquer tipo de interrupção que acontecia, agora lia uma declaração da corte.
Nós o júri, sob os olhos do mundo sentimos a obrigação, após estudo completo e meticuloso de todas as evidências, testemunhos e regras do processo presente nessa corte desde 31 de janeiro de 2005, o júri seguindo as instruções, chegamos a um veredito confiável. Nos esperamos que esse caso seja um testemunho da veracidade, integridade e confiabilidade do nosso sistema judicial.
Com essas palavras, Michael, por trás da mesa da defesa resumindo sua enorme serenidade. De um modo estranho, Michael parecia ter um aspecto de um rei envelhecido, estava lá algumas coisas reais sobre ele, sem duvida sobre o conhecimento de sua presença. Michael escutou com um silêncio intencional para a declaração que o juiz estava lendo. Com sua cabeça meio baixa, aqueles movimentos limitados pouco lembravam uma super-estrela. Apenas aqueles que puderam ver de perto, puderam perceber uma delicada lagrima escorrer no rosto de Michael.
Senhor Jackson, sua fiança foi anulada e você está liberado, disse o juiz Melville.
E com isso, Michael percebeu que os dozes jurados tinham rejeitado todas as alegações criminais contra ele no caso. O rei do pop enxugou sua face com um lenço, abraçou e agradeceu seus advogados de defesa, e tentou deixar a sala. Ele andava para fora da corte junto com Katharine, Joe e seu irmãos, ele mostrava um pouco de emoção. Michael flutuava para fora da sala da corte, ele estava saindo no ar, como um sopro de fumaça.
Aparentemente, os fãs de Michael que ouviram o veredicto pela televisão aumentaram acabando de fechar todas as imediações da corte, estavam dançando e gritando nas ruas e foi bárbaro. Uma mulher soltou pombos brancos, outros balões, alguns jogavam confetes, milhares de pessoas gritando e chorando lagrimas de alegria. A família de Jackson agora unida , caminhava em meio de centenas de reporteres de todo o mundo que esperavam por uma entrevista. Com uma das mãos juntas ao seu peito, Jackson mandava beijo para os fãs. Então desapareceu dentro de um Yunkon preto SUV - um homem livre.
As pessoas se espalhavam, certamente gente da impressa combinaram de falar que depois do tudo terminado, o tribunal tinha se tornado uma barreira para a estrela pop.Uma parte dos que continuavam a ferir sua carreira. Pessoas da impressa fofocavam sobre as novas alegações de Jackson, focalizando o ódio e os rumores – rumores e insinuações que tinham milhões de pessoas falando besteiras sobre o ícone.
Seus fãs, repudiaram o tribunal contrariando Jackson sempre não fazendo parecer justo. Mas para a maioria da impressa, o julgamento de Michael Jackson com grande possibilidade de condenação, sua imagem foi manipulada com uma nova distorção todos os dias, tendo reportagens noticiando as nojeiras sobre Jackson especialmente seu relacionamento com crianças.
Na opinião da corte publica em parte a mesma atitude de muitos jornalistas. Pessoas estavam certas que Jackson violentava crianças. Ocorrendo observações da impressa. - Da mesma maneira depois dele livre – a super estrela teria que defender a sua vida particular pra sempre.
Muitas pessoas pensavam que ele tinha sido sacrificado alem da reparação.
A imprensa se preparava para as sua ultimas transmissões do caso, muitos se espantaram com a recuperação de Jackson que estava buscando o que era dele. Alem de todos os outros, algumas pessoas tinham que admitir que eles tinham inconscientemente tomado parte da DA’s projeto para reduzir a vida publica de Jackson a um circo. Mas um tanto deles que se sentir culpados de fazer parte do grupo que estavam preocupados em arruínas a estrela pop, muitos reportes pareciam basicamente dispostos a por Michael para baixo.
Pessoas amavam odiá-lo, e vários reportes tinham que perpetuar a imagem de Jackson como esquisito, deslealmente ficaram fortes e não eram, até depois do julgamento estar completamente encerrado. Eram poucos os reportes que admitiram intimamente que os fãs de Jackson riram por ultimo. Por Todo o julgamento os fãs berravam para a impressa, gritando, “vocês não estão mostrando toda a verdade.”
Talvez eles estivessem certos.
Pessoas seletas da imprensa começaram a reconsiderar os cinco meses de julgamento, reexaminando alguns detalhes divulgados sobre a vida pessoal de Jackson na corte, combinaram que Jackson era capaz de resistir a um exame minucioso que muitas pessoas nunca poderiam ter sobrevivido. Embora Jackson tenha enfrentado um inferno, e tudo sobre sua vida com a exceção de fotos de suas partes intimas estavam espalhadas, nossa Deus, pela corte e por toda impressa mundial.
Ao longo de tudo, os fãs de Jackson insistiam que a estrela pop tinha sido presa da cobiça famíliar e um zangado promotor, mas os comentários deles eram completamente ignorados. Em vez disso, a impressa parecia feliz por mostrar as alegações por promotores preocupados em arrastar a imagem de Michael para a lama. No final a faminta impressa foi incapaz de ver o que doze ordinários cidadãos tinham visto ao longo de tudo. Lá estava a prova de que Michael Jackson não tinha cometido crime algum.

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Re: Livro "Conspiracy" by Afrodite Jones

Mensagem por Raquel M.K.Jackson em Dom Set 18, 2011 6:07 pm

Tradução do livro "Conspiracy"
Continuação, ABC... É facil


Por todo julgamento criminal, a impressa tinha falado sobre recontagem ds detalhes com maior sordidez, relatar a indecência das acusações que eram feitas novamente a Michael Jackson, muitos dos que tiveram vendas de tablóides pouco antes estavam revelados na corte. Mas não estavam até o veredito de "não é culpado" ser lido em voz alta na sala do tribunal, as pessoas que perceberam que o ícone estava diante deles – era uma pessoa que estava mudando com uma ação criminal, sem qualquer prova real.
Repentinamente, pareceu que o caso contra Jackson era todo de fumaça e espelhos, ocorreu que a impressa compreendeu as pessoas do caso contra Michael Jackson se importando com nada mais que um pagamento de escândalos, mas claro, que nunca estava referido nos relatados pelos noticiários.
Vendo que Michael Jackson nos últimos dias de corte era como observar duas pessoas que estavam lá. Michael o homem real, em vida real, e eles todos retornavam o que era uma imagem que a imprensa criava, uma distorção,uma versão pervertida de Michael reflexos de uma “casa de diversão” e espelhos. A imprensa estava vendendo uma coisa, e eles estavam utilizando ângulos específicos e iluminação para acentuar seu nariz, seu rosto, tom de pele. E então estava lá o Michael real, que era um bem vestido homem, altamente equilibrado, que aparentava ser um espírito humilhado em pessoa, ele era um modesto e quieto não tinha nenhuma relação com que os tablóides personificavam, acima de tudo.
No dia do veredito, observavam em sua face, sua linguagem corporal, e sua aura, estavam limpas o homem que sabia que era o rei do pop – Era um compromisso de alma que tinha o tornado vitima de sua própria fama. Não era nada arrogante . Não tinha nada de misterioso nas afeições do seu rosto. Não era tão louco com suas roupas, braceletes e tudo. Quem eram loucos eram as mentalidades da imprensa que estavam vendendo um bolo de dados sobre Jackson por toda a parte possível. Pessoas estavam falando bruscos sobre Michael. Pessoas não tinham problemas em cortá-lo em pedaços.
Michael havia se tornado um jogo de ilusões feito por uma maquina da impressa. Era uma maquina que fazia milhões fazerem perspectivas de Jackson ser um anormal. Era uma maquina perigosa que ultimamente tentava empurra o ícone para baixo, e depois de tudo, era um esforço de impressa, o documentário do Bashir, na casa de Jackson na corte de Santa Maria em primeiro lugar. , Bashir tinha que fazer um nome para ele mesmo se basear na boa vontade de Jackson .Com a surra de Michael Jackson, uma carreira com ABC news seria iniciada. Bashir tinha prometido falar a verdade sobre Jackson. Bashir jogou com sua candidatura a relator, e sua entrevista um - a - um com a princesa Diana – em ordem pra conseguir a completa cooperação de Michael. Ainda que o documentário de Bashir, que estava presente por completo para iniciar o julgamento criminal – depois de um esforço aparentemente cruel e manipulador de um alto engrandecido jornalista britânico que seria oficialmente reprimido na Inglaterra por “injustas” praticas jornalísticas.
Entretanto, uma vez que o documentário do Bashir sobre Jackson tinha se espalhado pelo mundo todo, irreversivelmente o estrago já tinha sido feito. A exoneração de Jackson não fez parecer causar, certamente não para as tendências atuais da imprensa para encerrar uma década. A imprensa tinha uma estrutura industrial ao redor da “estranha vida” de Michael Jackson, e por que o documentário do Bashir afirmou todas as duvida, estava lá a tona uma pequena questão, a objetividade por parte do Bashir. A imprensa parecia que tinha um vasto interesse em responder bobagem sobre o ícone. Ganhando milhões com bobagens para conseguirem posição.
Com Jackson indo embora triunfante, a imprensa tinha sido derrotada.
Depois do veredicto , a vantagem da imprensa eram barracas e arrames, via satélites, e acampamentos e composições de times. A cidade de santa Maria parecia deserta. Imprensa tabloidiana observando a sujeira. Algumas tentativas de seguir Jackson ao hospital obtendo fotos visando correr pôr para baixo e doentio. Mas eles não tiveram sorte.
Eram relatos superficiais lá nos portões de Neverland mostrando o jubilo dos fãs, mas no final da análise. A imprensa estava todos por cobrir. A imprensa toda estava por desagradável. Com nada mais lascivo os relatos, a imprensa tinha acesso a um microfone, as noticias sobre o tribunal estavam reduzidas ao mínimo dos ruídos enganados.
Os dias de sofrimento do rei do pop tinha sido explorados até acabarem.
As pessoas na DA’s Office, eles pareciam desapontados,a opinião publica da corte não traduziram o interior da convicção, possuindo em seus relatos conferindo, Tom Sneddon, culpando Jackson isentando sua “forte estrela” e insistindo em sua fervente perseguição a Jackson no tribunal de Santa Maria – nada tinha pra fazer com o seu relativo histórico passado – Michael Jackson.
Tom Sneddon estava insinuando – que Michael Jackson tinha sido clareado porque ele era uma super estrela – estava vindo pro desrespeito. A idéia que o caso criminal não tinha mérito, era algo que a DA e seus time nunca puderam aceitar. Quando Michael Jackson chegou, Tom Sneddon tinha uma agenda especifica. O processo por engano acreditava que nova imprensa em seu caso, ajudaria por o Michael Jackson atrás das grades.
Mas isso não aconteceu.

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Re: Livro "Conspiracy" by Afrodite Jones

Mensagem por Raquel M.K.Jackson em Dom Set 18, 2011 6:07 pm

Capitulo

Musica e eu
Estavam lá na frente do tribunal de Santa Maria, a imprensa parecia ter aderido a um lado, pelo mundo já tinham condenado Jackson por atos indescritíveis baseados nas acusações que eram incertas, e tudo acabava na internet, acabando nos tablóides, muitos da imprensa aparentemente pareciam se divertir nos pretextos negativos do qual envolviam a estrela pop, e estavam lá poucos Jacksons podendo fazer isso.
A ordem para eles venderem jornais e consegui informacões, noticiar relatos desumanos em todos os caminhos possíveis, jornalistas aproveitavam todas as oportunidades de relatar novidades “imundas” sobre Michael sem colaborar para a obtenção de detalhes. Durante o julgamento, tudo quanto que era pessoa foram depor sobre as boas ações de Michael, lado que Michael nunca foi relatado pela tendenciosa imprensa atual.
Sem realizar, muitas pessoas na imprensa tinham se tornado parte da conspiração para arruinar Michael. Pessoas cobriam o tribunal parecendo focalizar nas acusações, falando parcialmente a estória. E noticias produzidas que encorajavam a maquina de noticias que estava interessada em valorizar a produção de TV e parecendo procurar relatar as coisa faladas que eram dos anti-jacksons. A maior comunidade pessimista, a maior atenção conseguida na historia era um ciclo vicioso que quase toda imprensa parecia ter pegado.
Mas visto que Michael interagia com os fãs, sua família, seus advogados, o gabinete de justiça e toda a imprensa – uma coisa inegável - a aura de Michael a estrela pop parecia ter uma luz branca em volta dele que transcendia toda a sua volta. Michael não parecia ter a menor preocupação com as alegações sensacionalistas que estavam sendo feitas dentro da sala da corte. Em fatos, sua expressão no rosto dentro da corte fazia com que um time de pessoas que o processaram ficassem desesperadas. A DA parecia estar agarrando em tudo e a reação dele ao ver Michael deixar o tribunal era evidente para saber.
Para os fãs do Michael, que auxiliavam na vigília e acampamento pelos arredores de Neverland e da corte, eles estavam irritados e sentiam que Jackson havia se tornado um objeto incomodo para a mentalidade de uma multidão. Fora dos portões de Neverland, alguns descreviam Michael fazendo um paralelo com a princesa Diana, outro ícone a quem comovia a todos havendo seus esforços se voltado contra para se fazer titulo de sensacionalismo. Fãs sentiam que a imprensa estava procurando usar Michael Jackson como uma experiência cientifica. Para os fãs, Jackson tinha se tornado um inseto capturado em um pote de vidro que poderia ser empurrado e provocado – nunca teria uma vida livre. Diferente de Diana que teve um fim de vida trágico quando a imprensa a perseguia, com Michael a imprensa procura deixar sua vida, a mantendo sob vigília para sempre.
Seus fãs insistiam que Michael tinha se tornado uma vitima da maquina da imprensa que se recusava em ver a verdade – tudo que estava presente na suprema corte da Califórnia. Os fãs falavam sobre o apetite da imprensa mundial que já tinha tudo decido sobre Michael ser “jogo livre” por todos os rumores e insinuações, por todas as difamações no mundo.
Apresentando, virtualmente tudo que Sneddon e seu time haviam mostrado na corte fazendo com que Tom Mereseau e seu time defesa fossem desacreditados. As figuras imponentes que não eram atenção da imprensa, não uma auto promoção de qualquer jeito. Tom Mereseau tinha se tornado um sábio advogado defensor de cabelos brancos que negociava com medíocres. Ele mesmo não se fazia de foco da cobertura da imprensa no tribunal. Diferente de outras altas personalidades da advocacia de defesa, Tom Mereseau não estava interessado em câmeras e luzes de holofotes, ele estava interessado em justiça e acreditava sinceramente que Jackson era inocente.
No dia em que Jackson foi inocentado, Tom Sneddon se tornou um imperador que não tinha credibilidade e foi Tom Mereseau que saiu da sala do tribunal com humildade e gloria.
Na verdade tudo começou a afundar, terminando em milagre dos fãs de Jackson porque grande parte do publico nada sabia sobre as acusações do caso atual. Eles se surpreenderam porque a maioria dos testemunhos significativos tinham sido ignorados em vão, fazendo a imprensa encerrar. Os tablóides estavam enfatizando embalando Jackson e o cobrindo com vulgaridades. Eles faziam ser longo e quase diabólico, o acusando do pior crime conhecido pelo homem, mas não havia uma única prova na corte. Antes que os reporteres dessem detalhes que inocentavam Jackson. Antes ressaltando a especificar para os homens que vinham mandar dizer que nada era sexual, sempre acontecia que eles gastavam o tempo com Jackson, a imprensa estava fixada no trivial, estavam lá nas principais manchetes sobre Jackson indo a corte em seus pijamas. Estava zombando de Jackson ter terminado o seu relacionamento com seu bicho de estimação, chimpanzé, Bubbles. Estavam cortando infinitamente esperando mostrar Jackson e seu filho bebê na sacada do hotel de Berlin.
Fãs estavam irritados porque a imprensa nunca observava por completo os testemunhos das cem pessoas na sala da corte, fazendo com que mostrassem testemunhos sem provas ameaçadoras sobre a vida de pessoal de Jackson. Fãs sentiam que os testemunhos, fotos e evidencias presente na corte – provaram que Michael estava sendo realmente, próprio, e afetivo – qualquer pessoa podia imaginar.
Mas a imprensa procurava ignora isso.
Depois do tribunal, Tom Mereseau confidenciou que ele estava informando a imprensa sobre Jackson ser inocente atualmente, custou bilhões de dólares. Aparentemente Michael Jackson tinha sido jogado para a prisão, os tablóides tinham iniciado uma negociação com uma industria caseira de reportagens sobre a vida de Jackson por trás de bares, sobre a espera do suicídio de Jackson, sobre a prisão interna de Jackson e o sentimento de frenesi tendo continuidade. Mereseau falava que certas pessoas da imprensa tinham feito um arranjo seguindo Jackson todos os dias catalogando pelos bares, seja quem visitasse Michael Jackson – tinham que criar uma historia por dia. Tinham abandonado rumores solitários, pessoas estavam vendendo idéias que Jackson era maluco antes e sempre – alimentando a super maquina de tablóides a se perpetuar.

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Re: Livro "Conspiracy" by Afrodite Jones

Mensagem por Raquel M.K.Jackson em Dom Set 18, 2011 6:07 pm

Música e eu
Depois de dias do veredito a revista Star publicou falsamente que Jackson teria planejado uma festa no hotel Bellagio em Las Vegas, fazendo parecer que Jackson tinha a intenção de comemorar a vitoria com seus fãs. Era ridículo. A imprensa afiada publicou estando baseada em nada.
Outro tablóide, o correio Diário de Londres, surgiu com a manchete que Jackson estava escondido no deserto do meio oeste, agora relatando ainda que em face de seis exigências dele. Retomando, as alegações estavam sendo feitas por um homem repugnante de Nova Orleans – e eles estavam completamente desacreditados. O homem tinha feito exigências materiais fazendo um assalto em Jackson com uma lamina de navalha, que Jackson o tinha drogado, entre outras coisas, a corte de Louisiana queria Michael Jackson, ou uma representação, mostrando publicações de áudio de 17 de agosto de 2005, embora todas as acusações tivesse um recorde de crimes por perseguição e era uma admissão de bígamo. Algum tempo depois, o caso foi rejeitado completamente.
Ainda era um exemplo de frivolidade da outra parte do caso contra Michael Jackson, podendo unicamente e sovinamente mais que humilhações, mais prejuízos para sua imagem publica, e mais problemas na corte U.S para rei do pop. Porque de sua estranha conduta, sua enorme fortuna e sua naturalidade de seus negócios, Michael Jackson tinha se tornado o grande alvo do mundo e podia-se encontrar a estrela pop mais e mais na corte.
Para o tribunal criminal, o caso que tinha ido antes a corte atualmente era um resultado de Michael Jackson estar tentando ajudar um jovem adolescente com câncer, Jackson começou a se envolver com o garoto, Gavin Arrizo, depois ele foi diagnosticado com o estagio quatro do câncer, e tinha lhe sido dado uma sentença de morte feito por um time de médicos de Los Angeles. Desde então Gavin agonizante desejava falar com Michael Jackson. Michael teve que ligar pra Gavin na cama do hospital pra todo o mundo, ficando conversando longas horas com Gavin com vídeos games, brinquedos, e a beleza de Neverland.
Foi Jackson que teve que dar ao garoto uma razão para viver e o resto da sua família tinha que visitá-lo em Neverland. Foi Jackson quem ajudou o garoto para encontra forças, mesmo que embora o câncer tenha comido um numero de órgãos da criança, inclusive o baço e um de seus rins.
Até que ponto, o doentio garoto e o resto da sua família tinha visitado Neverland enquanto ele estaria sofrendo pelo tratamento de quimioterapia. Em que a primeira visita de, Gavin Arvizo foi em uma cadeira de rodas, padecendo de perda de peso e de cabelo, entretanto outra coisa Gavin sofrendo por uma falta de alto estima estava bem, mas foi Michael Jackson quem ajudou a mudar tudo isso.
E Gavin possuía um manuscrito, que estava anotado no roda pé de um livro depois de sua primeira visita ao rancho Neverland Vale.
“Querido Michael obrigado por me dar coragem para ir tão longe no meio das pessoas. Eu amo você. Amor Gavin.”
Foi Michael que deu a Gavin e sua família o senso de esperança que eles precisavam. Foi Michael que encorajou Gavin a encontrar energia para deixar a enjoada cama. Foi Michael que ofereceu a Gavin e sua família uma impressionante extensão que tinha limo para o leste de Los Angeles esplendoroso bairro do Rancho Neverland Vale. Sim foi tudo de Michael a boa ação que seria distorcida pela imprensa, sendo usado contra ele, usando a fome de dinheiro da família.
Tom Mereseau estava insistindo que a imprensa gastava horas transmitindo as acusações condenatórias, nenhuma vez relataram alguma coisa sobre Michael e todo o seu esforço e dedicação de caridade para com as crianças. Durante o julgamento, Mereseau continuava apontando que Michael era um humanitário que tinha ajudado centenas de milhares de crianças pelo mundo, que nunca tinha feito um concerto sem antes visitar um hospital infantil, mas ninguém da imprensa mostrava isso. Quando o julgamento estava acabando, Mereseau tornou-se a voz da injustiça na cobertura. Para Mereseau, a inclinação da cobertura da imprensa era sim outro aspecto do áspero caminho que Jackson estava sendo mal representado.
Uma vez encerado o julgamento criminal, Tom Mereseau falou sobre os aproximados 20 milhões de dólares de acordo que fez com Jordie Chandler e sua família e os esforços dos outros que estavam vendo a facilidade de ter o dinheiro de Jackson. No caso dos Chandlers Mereseau estava convencido que Jackson tinha escutado os associados comercias que apenas estavam interessados em Jackson fazer mais dinheiro. Voltando a 1993, seus acordos comerciais não estavam escrito em cheques, lucros que Jackson tinha na época. A quantia de dólares do acordo não parecia problemas para sustentar a imensa quantia lucrada em detalhes futuros.
Mas eles, sempre, tornaram o que Jackson tinha em uma cena nova produzida pelos produtores de Jackson – eles queriam que ele continuasse com seus negócios usuais. Os conselheiros de Jackson pareciam terem ido ao discurso sobre o esforço do tamanho acordo bondoso criado na corte nas corte para a opinião do publico.
Deixando de lado, muitos fãs de Jackson tinham se prolongado sendo conveniente que havia lá uma conspiração da corporação para destruir Michael. Os fãs estavam certos que uma pessoa poderosa da Sony tinha ajudado a expandir os rumores com ordens de arruinar a carreira de Jackson. Alguns fãs acreditavam o que os executivos da Sony queriam para forçar Jackson a vender a sua participação no catalogo da Sony/ATV, muitos fãs sustentavam do lado de fora da sala da corte a cada dia, abraçados para cantar sobre a Sony, gritando fuja Michael fuja!
Fãs acreditavam que a companhia queria destruir a imagem publicamente para enfraquecer a voz da corporação – não apenas alimentando o tribunal de Santa Maria – mas tendo estado por trás das acusações feitas por outro jovem rapaz e sua família também .
Para o recorde, transcrições secretas de fitas gravadas – algumas estavam datadas de 1987 – insinuações duvidosas conduções que muitas pessoas faziam, fazendo alegações horríveis contra Michael no passado. Muitos das fitas correspondiam a transcrições que estavam ajudando agora a fazendo o governo federal dos U.S exigirem um caso federal contra Antony Pellicano, o investigador particular das estrelas, quem estava no time de Michael Jackson uma vez contratado para descobrir a verdade sobre a família Chandler.
Para Michael, a estrela pop tinha um grande publico e suas exigências que o conspirador tenha estado tentado arruiná-lo parte de suas tentativas para recuperar o controle de seu vasto catalogo de musicas da Sony/ATV a proposta, incluía as canções do Elvis Presley e Beatles. Jackson fazia referencias a uma conspiração que aparentemente a Vanish Fair que relatou apenas antes do veredito em Santa Maria. A Vanish Fair ridicularizou parte das opiniões, acusações e alegações contra Jackson e sua família estava renumerada fazendo “inimigos” que queriam pegar e acabar com as musicas do catalogo da Sony/ATV. O artigo vicioso atirando gracinhas a Jackson que acreditava que era o presidente da gravadora Sony, Tommy Mottola. E o poder que estava sob a gravadora Sony, por com a DA tom sneddon – era o seu “principal conspirador” contra ele.

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Re: Livro "Conspiracy" by Afrodite Jones

Mensagem por Raquel M.K.Jackson em Dom Set 18, 2011 6:07 pm

Capitulo

Sacuda-se, sacuda-se, garota

Quando o primeiro julgamento de Jackson estava encaminhado. Michael cansado em total claridade trajado de branco com e uma faixa dourada no braço, brilhando uma vitoria e acenando para a multidão lá fora, que o animavam veementemente, Jackson estava arrastando os nomes de algumas celebridades que tiveram potencial experiência em testemunhas como Elisabeth Taylor, Macaulay Culkin, Steve Wonder, Larry king. A imprensa procurava escuta de Jackson e todas as redes de TVs especializadas, jornais especializados e pessoas de revistas como New york time, USA today, estavam marcando e esperando uma briga por posição entre os jornalistas estrangeiros e rede de publicações de todo o globo – para esperar um comentário de Jackson – um depoimento de relance de como a estrela estava se sentindo.
Todo procuravam relatar alguma coisa nova sobre Jackson, e embora as pessoas da imprensa estivessem ansiosos para exibir a estrela chegando em vários meses, todos estavam realmente focados em Michael, esperançosos que o rei do pop atuando escandalosamente, dançando no alto de seu SUV, dissesse alguma coisa maluca para atrair mais fofoca do mundo todo.
A NBC network e as TV a cabos secundarias tinham colocado por volta de quatro mil pessoas em 80 m² de pé numa plataforma circundando o gigantesco time de reportes, produtores e câmeras. CNN tinha construído uma elaborada plataforma de sete pés no outro lado da sala da corte na rua Miller, dava a eles uma visão aérea do espetáculo de Jackson. O resto dos 22 mil credenciados da imprensa, Fox, ABC e CBS inclusive, estavam renegados a transmissões de barracas diretamente focalizadas no complexo da suprema corte de Santa Maria, firmemente divididos em um cordão de isolamento enfileirados e circulando a imprensa estava um esquadrão assediando e um arsenal de munição escondido dentro dos carros dos policiais, alias não eram todos que comentavam sobre isso.
Membros da imprensa especializada estavam observando Michael em todos os seus movimentos, mas sabiam que o rei do pop estava especialmente calado por trás da mascara da defesa. Pelo olhar de certos rostos, pessoas da imprensa estavam desapontadas em ver o rei do pop estando de certa maneira bem, calmo e relaxado. Completamente preparado ao primeiro olhar na perspectiva do grupo de jurados do caso.
De manhã, o grupo de cento e setenta participantes ficaram com as atenções focadas em Jackson, e os seus quatros membros legais. Michael sorriu ao grupo de professores colegiais, treinadores de futebol e estudante – um modo de “todos os americanos” pessoas que olhavam para o rei do pop com grande interesse. Este, estava no meio dos cidadãos com seus familiares e estilo de vida realista, e eles achando a si mesmos em posições de estrangeiros analisando Jackson, não era uma estrela, mais um possível criminoso, se algum deles esperava ver um dos escorregões transparecer na sala, se alguém que ele podia se pegar no poder de sua dança robótica vislumbrante eletrizante, eles não foram testemunhas aqui.
Com o júri selecionado em completo impulsionado, muitos cidadãos vieram adiantar com a infeliz justificativa sobre o porque eles não tinham um time para servir o júri do tribunal que nos últimos cinco meses – sobre isso, o juiz Melville tornou-se um pouco incomodado, fazendo um pronunciamento com “liberdade não livre. O júri deveria estar a parte da custodia de liberdade.”
Na corte, Michael, o entretener, tendo nada mais para fazer assistindo quieto, observando o processo com um olhar constante. Pessoas que estavam pedindo a isenção para o júri deve olhar para a estrela pop sobre quando eles aproximavam poder questionar o ser escuro cuidando da face de Michael, eles estavam tentando ver se ele era real. Pessoas do júri se reuniram explicando, se eles pessoalmente tinham razões para começar a incapacidade para servir, a sala da corte tornando-se um lugar enfadonho – todos os Jacksons foram embora brilhando.
Mas por causa do caso estavam achando ter ganho ou perdido a seleção do júri, ambos os lados estavam brigando, e cada um tinha um consultor de júri pronto para descobrir “certos tipos de jurados.” E cada lado tinha que considerar muitas coisas: o potencial furtivo do júri – pessoas pensavam ser astuciosamente por tendências ou razões financeiras.
Encerrando a corte aproximando os poucos dias, o júri estava reunido e intolerante, cada jurado era individualmente questionado, perguntas para revelar informação sobre sua vida pessoal ou suas habilidades de estarem envolvidos no caso. Eles estavam perguntando sobre suas estimativas de sensações a imparcialidade da execução da lei, ele estava questionando sobre suas próprias experiências pessoais com acusações criminais.
Noticias, relatos posteriores faziam a diversão dos esforços para selecionar um júri de perscrutar Michael Jackson, mencionando a impossibilidade de encontrarem doze pessoas que vivessem em um parque de diversões, que gastassem milhares de dólares, que especificando as mudanças radicais de aparência. Embora estivessem lá especialistas que comentavam as coisas concordavam em: O júri não estava compreendendo os fãs de Michael Jackson se lá estando um tribunal imparcial, fortes perseguimentos para extirpar os fãs Jackson lado de fora monopolizando o júri.
Uma vez o júri estando selecionado, aparentemente encerrado a pilha de favores que tinha sido abrigado. Não apenas estavam eliminados os fãs de Michael, mas porque os demógrafos de Santa Maria, que estavam compreendendo principalmente uma população caucasiana e latina, estava lá um pequeno prospecto de uma pessoa afro-americana sendo hábil para servir ao tribunal. Uma pequena cidade de Santa Maria com oitenta e dois mil residentes, estavam homogeneizando uma comunidade, um lugar que poderia ser em qualquer lugar dos USA. Com excesso de franquia, para toy “R” para Aplebee, para lojas de departamento era uma típica cidade suburbana isolada.
Porque era considerado ser a grande chance de encontrar o júri certo para o caso, Tom Mereseau teve muito do seu tempo gasto em Santa Maria priorizando o tribunal, começou vestindo um jeans e uma camisa casual Mereseau fez-se assistir a ele mesmo em alguns locais esperando em bebedouros, ele casualmente falava com as pessoas perguntando a elas o que eles achavam do caso.
Mereseau tinha conseguido sentir um pouco das pessoas e da cidade.
Ele perguntou aos residentes locais, os advogados de defesa tinham a impressão distinta que as pessoas de Santa Maria gostavam de ter Michael Jackson como vizinho. Mereseau falou que muita gente considerava Michael ser uma pessoa agradável e uma boa pessoa, que onde ele fosse dentro da comunidade local era um prazer para todos, pessoa particularmente produtiva. Os locais de santa Maria pareciam achar que Michael era uma pessoa decente e honesta.
“Eles eram pessoas brancas, caucasianas e latinas eu não encontrava, nunca se via uma pessoa afro-americana em um restaurante ou bar,” recordou Mereseau. “Ainda que as pessoas fossem muito conservadoras, muita lei e ordem na mente delas, a imprensa não mostrava como eles eram mentes independentes. Pessoas que aparentavam serem um pouco libertários.”

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Re: Livro "Conspiracy" by Afrodite Jones

Mensagem por Raquel M.K.Jackson em Dom Set 18, 2011 6:07 pm

No final, Mereseau não se importava se ele tinha um júri pro - Jackson. Ele sempre procurou um júri que fosse mente aberta e imparcial. Quando veio o caso contra Michael Jackson longe ainda do júri começar a ser selecionado, Mereseau aprendeu que a DA tom Sneddon não era necessariamente feita pelos locais de santa Maria realmente.
“Lá pareciam ter um forte sentimento que Tom Sneddon tinha uma rixa contra Michael, que forçava a ter uma nevoa em seus julgamentos e proximidades.” Confidenciou Mereseau. As palavras rixa estavam sendo usadas aos montes. E eu sentia que embora a verdade viesse à tona, o júri saberia que Michael Jackson é um grande defensor de crianças ao redor do mundo. Eu senti que quando a verdade sobre ele ser semelhante a uma crianças e o porque dele ser interessado nelas viesse a tona, as pessoas seriam mais receptivas ao que o Michael é.
Por dias antes do atual júri esta pronto e iniciar o julgamento, ambos os lados tinham que estudar e avaliar cuidadosamente expressão facial e experiência de vida de cada jurado. Mereseau por exemplo perguntava se o júri sentia que poderia ser manipulado pela lixívia feita pelos pais da criança.
Potenciais jurados que a defesa tivessem que desmentir fazendo inclusive uma professora como lidava com problemas emocionais e sabendo da incapacidade e bem como um homem que buscava por uma universidade, sentiu- se réu em um alto perfil do julgamento “ tendo graves problemas de justiça” que em nenhuma possibilidade de julgamento. A Da desmentiu um antigo antecedente oficial de escola que ela estava falsificando as acusações de gasto da patrulha da Califórnia Highway; embora feito por o mais raivoso demitido, veio quando a perseguição La de fora de duas potencias mulheres afro americanas. De todo o mancomunado duas das quatrocentas, apenas seis eram afro-americanos pra Mereseau, a idéia de um júri não teria uma única pessoa afro-americana o impressionava tornando-se real.
Senti que era tão grande o processo quando o discurso de Mereseau foi concluído, “ele sentia que a defesa estava desesperada por um jurado afro-americano pelo esforço no júri. Eles parecerem, na minha opinião, muito arrogantes acreditavam que esse era um caso que eles não podiam perder. Enquanto estavam selecionando o júri, estavam lá duas mulheres afro-americanas retiradas, e eu ia para o sidebar fazer um consistente objeção por essas pessoas estarem sendo retiradas por causa de suas raça. O juiz indeferiu a minha objeção ”.
Mas Mereseau havia como ter pessoas afro-americanas no júri na bancada do júri, os advogados de defesa realmente não estavam sentido necessidade. Estando sempre Mereseau preocupado com alguma coisa recorrente ao sobre, Mereseau tinha uma longa e positiva posição na comunidade afro-americano, de qualquer modo, Mereseau não estava focado para um júri afro-americano que poderia perdurar o caso. O que Mereseau procurava era uma vitoria completa, e quando ele aceitou uma bancada de júri que estava faltando um representante afro-americano, Mereseau sentiu que ele possuía a vocação pra amedrontar a DA’S.
“Você perguntou sobre afro-americanos no júri?” “questionou Mereseau.” Eu não queria que pessoas de raça integrassem o júri. “Eu senti que Michael transcendia as raças. Quando eu pesquisei sobre o que Michael era, quando eu pesquisei sobre sua vida e seu mundo, conclui que Michael era uma qualidade muito rara, e que é – ele trazia pessoas de todas as raças juntas, se você observar as pinturas em sua casa você verá crianças de todos os continentes, de todas as cores, de todas as religiões vestindo suas vestimentas típicas”.
O julgamento iniciou, pessoas de todas as raças misturadas na bancada do júri tornando-se muito intimo. O grupo sentia muito protetor cada um com o outro escondendo a profissão deles de certa maneira passando em debandada dos fãs e os trapos da imprensa.A sorte estava a espera deles, e nenhum deles estavam certos que esse punhado de pessoas poderia ser capazes de serem justos.
“As pessoas não eram cegas quando observavam o júri” disse Mereseau. A imprensa mantinha os mesmo questionamentos, “como é que esse júri iria julgar Michael Jackson?”, mas eles nunca diziam pra eles mesmos “como é que esse júri iria julgar essa família de acusadores?”
E voltando ao básico, o júri fazia julgamentos sobre a família acusadora, depois quando eles concederam uma breve conferencia a imprensa após o veredicto, alguns jurados admitiram que a mãe de Gavin Arviso, Janet, era uma testemunha chave na conspiração contra Michael Jackson, e não era justo apenas acreditar.
O jurado número oito, uma mãe de quatro filhos, insistia que Janet estava fazendo uma condução desnecessária. A mãe de quatro filhos parecia combinar com a interpretação da defesa de Janet “Jackson” Arviso era uma artista que ensinou seus filhos “como ganhar dinheiro”. O jurado de 42 anos de idade falou a imprensa que o questionava sobre os valores de Janet Arviso, inicialmente eles não esperavam algo de alguém que tinhas os filhos em uma nova mentira.
“As acusações que Neverland atraia eram de uma proporção monstruosa, espécie de armadilha para fazer uma coleção de pedofilia, eu achei que era ridículo, e nós refutamos através do tribunal” insistia Mereseau. “no final, pessoas que se importavam com as crianças, que estavam interessadas nas crianças viram a verdade sobre Michael Jackson e souberam que seus esforços eram muito nobres, muito honestos, atenciosamente de muita ajuda.”
Era uma segunda feira, dia 28 de fevereiro de 2005, o dia em que abriam as alegações iniciais. A principio, o juiz Melville leu as dez acusações feitas contra Jackson, que incluíam quatro acusações de molestar crianças, quatro de oferecer bebida alcoólica para cometer o crime, uma de tentativa de molestação e uma de conspiração. Cada lado apresentava seus argumentos, aparecendo as imagens de Michael Jackson dueladas. A acusação chamava Jackson de um predador sexual, a defesa argumentava que Jackson era uma presa fácil. Ambos os lados revelavam detalhes e inconsistência sobre o caso, e no final, os jurados ouviram dois contrastes que relatava completamente os acontecimentos na primavera de 2003 no rancho vale Neverland de Michael Jackson.
Cada lado estava atrevido e descarado em suas reivindicações, e cada um fazia o caso parecer plausível. A DA esperavam que pessoas acreditassem que Michael Jackson era um demônio de pessoa que tinha uma agenda sexual escondida por trás de todas as suas transições com as crianças Arviso. O time da defesa esperava mostrar que Jackson tinha sido uma vitima de sempre sobre todos eles, mostrando que a tal família Arviso, que Jackson era amigo, sempre voltado por fora dos desleais. A defesa discutia que eram poucas as pessoas que a super-estrela confiava, ele insistia que as pessoas estavam confiam muitas vezes no dinheiro ou um pedaço na fama de Jackson.
Ele iniciou suas aberturas, DA Tom Sneddon fazia tudo em seu poder para o presente Jackson pedofilo a qual orquestrava uma elaborada conspiração, perspicazmente usavam sua fama para destruir os seus amigos, Gavin Arviso, em Neverland onde Gavin alegou que Jackson o drogou com álcool, “suco de Jesus” permitindo molestar o garoto de treze anos.

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Re: Livro "Conspiracy" by Afrodite Jones

Mensagem por Raquel M.K.Jackson em Dom Set 18, 2011 6:08 pm

Continuação:

O veterano promotor recontou como Jackson conheceu Gavin em 2000, quando o garoto estava padecendo por um câncer agressivo, falando ao júri que estava durante uma visita inicial de Gavin a Neverland que Michael Jackson mostrou as primeiras imagens de sexo explicito de mulheres para o garoto de dez anos e sua jovem irmã, senhorita Arviso, mantendo que nada sexual ocorreu na primeira visita, mas a DA estava tentando mostrar que existia um nocivo padrão.
A DA foi graficamente detalhando as ações das alegadas molestações, causando em alguns jurados incomodo. Algumas pessoas mostravam olhares de desaprovação para Jackson quando Sneddon dizia que uma pop estrela mostrava as crianças Arviso sites adultos. Entre outras coisas que Jackson era acusado de fazer em frente aos garotos Arviso: simulações de sexo com um manequim natural, saindo do banheiro andando nu, e dizendo aos garotos Arviso que nudez não é obrigatório “isso é natural”.
De pé em frente ao balcão dos jurados, Sneddon fazia sua opinião evidente sobre Jackson: “em vês de ler sobre Peter Pan, Jackson estava mostrando a eles revistas de sexo explícitos. Em vês de biscoitos e leite, você pode substituir por vinho, vodka, e bourdon.”
A DA começou a apresentar sua teoria sobre uma alegação de conspiração, audiência na corte ouviu estridentemente reação no microfone na bancada. Sneddon aparente, tiro claramente por um momento, mas era “duro pra seguir.”
Sneddon disse ao júri que o documentário feito pelo jornalista Martin Bashir. Em que Gavin Arviso era mostrado falando com Michael Jackson sobre os dois dividirem uma cama, criando uma tempestade que ameaçava a carreira da pop estrela, motivando Jackson a lançar uma conspiração para arrebentar e extorquir a família Arviso.
“Michael Jackson era rocha. Não fazia rock no senso musical, ele era uma rocha no senso da vida real,” insistia Sneddon.
A DA afirmavam que no documentário de Bashir, vivendo com o Michael Jackson, Jackson prontamente e seus “negócios adjuntos” para conspirar em falsas impressões de Gavin e sua família no rancho Neverland, afirmando que Jackson tentou a força o clã Arviso tendo refutado o documentário em resposta ao do Bashir.
Segundo Sneddon, a conspiração além do vinculo adquirido pela família Arviso em Miami, alegando para uma conferencia imprensa que nunca pegou posição, também alem de forçar a mãe de Gavin assinar um papel em branco que depois seria usado por Jackson em uma ação civil contra a TV Granada, a empresa que produzia o documentário do Bashir. (A empresa Granada foi reportada algum tempo depois do final do julgamento criminal). Além disso, Sneddon disse ao júri que um dos jacksons associados tinha a assinatura de Gavin e Star Arviso fora do colégio, as alegações relatavam um plano pra mandar as crianças Arvisos, juntamente com sua mãe, para o Brasil.
Tão excêntrico como isso poderia soar, que se salientava como sendo as bizarras reivindicações – era uma linha de tempo em relação aos abusos alegado por Sneddon. A DA afirmava que Gavin e Star Arviso falaram cada abuso ocorrido após o documentário de Bashir passar, depois de passar em Miami e depois da gravação ser refutada pela Fox. Em outras palavras, os Arviso estavam Jackson de atos lascivos com as crianças – não na ocasião das filmagens do documentário do Bashir, mas era o bastante, eles alegavam que Jackson tinha agido inapropriadamente em 2003, apenas semanas após de cenas do bashir ir ao ar, naquele período que Jackson e seus PR pessoas estavam fazendo campanhas com a visão muito destorcidas que Bashir tinha apresentado sobre o Rei do pop.
Parecia estranho.
Tom Mereseau deu inicio as suas aberturas das declarações, atacando ferozmente a teoria de Sneddon, dizendo ao júri, “essas mudanças eram fictícias. Elas eram falsas, nunca aconteceram.”
Mereseau disse, ele tinha o controle sobre a sala do tribunal e provaria que as alegações contra Jackson eram falsas, e incluindo provar que a mãe do garoto tinha fabricado as semelhantes e numerosas alegações na ocasião. Mereseau falou ao júri que Janet “Jackson” Arviso tinha se perjurado, havendo alegado molestamento sexual anteriormente e fraudulentamente reuniu fundos de bem-estar, havendo caloteado a corporação JC Penney para uma determinada causa civil e não tinha informado as grandes somas de dinheiro para os gastos médicos dela.
Todo mundo estava de sobrancelha em pé quando o advogado de defesa falou ao júri que Janet Arviso tinha pedido doação para as celebridades incluindo Adam Sundler, Mike Tyson, Jim Carrey, sabendo o tempo que o seguro do ex-marido pagaria todo o tratamento médico do filho. Mais adiante Mereseau detalhou os estranhos encontros do clã Arviso com Cris Tucker, Jay Leno e George Lopez, prometendo produzir o testemunho sobre Michael Jackson fazendo a família Arviso o foco principal.
“Nós provaremos a vocês que a celebridade mais conhecida é a celebridade mais vulnerável, Michael Jackson, por trás da mascara” Mereseau dizia ao júri. “As alegações de molestamento começaram depois que não puderam conseguir qualquer dinheiro com o documentário de Bashir ou um vídeo que eles fizessem em refutando elogios a Jackson”.
Mereseau prometeu ao júri que eles ouviriam ao próprio Michael Jackson, sugerindo que a estrela pop poderia ficar em seu posto em ordem provando as falsidades criadas no documentário feito pelo Bashir.
“Bashir queria enricar fazendo escândalos” disse Mereseau, revelando aos jurados que ele mostraria as gravações dos bastidores da entrevista com o Bashir que limparia o nome do ícone.
“Neverland não é um porto para atividades criminais, uma isca para molestamento, como foi caracterizado pela acusação, ela é como um lugar como a Disneyland,” insistia Mereseau, “um lugar desprivilegiado para as crianças e doentes terem um dia se divertindo.
O advogado de defesa explicou que, a mãe instruiu a todos Gavin, Star e Davellin que eles tinham ganhado um novo pai – Michael Jackson – o homem que transformaria todos os sonhos deles em realidade. Tom Mereseau mostrou que a família Arviso foi desfrutar das férias, roupas e presentes, tudo com as despesas pagas por Michael Jackson.
Na primeira viagem deles a Neverland, Gavin, e seu irmão Star, haviam escrito um recado agradecendo Michael por “tudo pelo resto da vida.” A irmã de Gavin Davellin tinha escrito uma carta dizendo, você ajudou muito meu irmão. Sem você, não sei onde nós estaríamos. Você é atencioso e amável. Eu te amo de todo o meu coração.
Disse Mereseau, os jurados descobriram que Michael tinha dado a família Arviso um carro, um computador e vários presentes para fazer a vida deles um pouco mais fácil. Alem disso Michael havia permitido que a família visitasse Neverland em ocasiões que ele mesmo estivesse ausente. – qualquer coisa para por um sorriso no rosto do jovem Gavin. Michael tinha esperança de ajudar o garoto que o menino poderia ser capaz de se cura.
Entre outras coisas, os jurados entenderam que durante anos, Michael, reuniu varias celebridades, tinha que ajudar a família de Arviso em passeios segundo sangue, organizando encontros com produtores, fazendo todo o possível para ajudar a curar Gavin do misterioso câncer. Mais que qualquer outra celebridade que tentou ajudar o clã Arviso, porem foi Michael Jackson que abriu as portas de sua casa, seu coração e sua família em um momento critico da vida deles. Para essa família de crianças latino-americanas desprivilegiadas, a super estrela tinha se tornado uma salvação.

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Re: Livro "Conspiracy" by Afrodite Jones

Mensagem por Raquel M.K.Jackson em Dom Set 18, 2011 6:08 pm

Capítulo:

Eu quero está onde você está
Na manhã seguinte, Mereseau disse aos jurados que as provaria à eles, por meio de testemunho das pessoas que visitavam Neverland, as crianças Arviso ficavam fora de controle quando estavam no rancho de Michael. Mereseau queria deixar claro que o consumo de álcool mudava contra Jackson não ficando sozinho. Ele queria que o júri compreendesse a natureza das mudanças: A DA estava sustentando que Michael Jackson tinha dado álcool para as crianças Arviso sendo de menor de idade – especificamente com a finalidade molestar uma jovem vitima de câncer, Gavin.
“As mudanças alcoólicas estavam diretamente ligadas as alegações de molestamento” explicava Mereseau. A pessoa não existe sem o outro fazendo essas mudanças pelo álcool. “E o senhor Jackson nega isso absolutamente.”
Mereseau detalhou o comportamento das crianças Arviso se divertindo em Neverland. Elas arrombaram a adega de vinhos para os visitantes e eles foram pegos bebendo álcool. Enquanto explicava que Michael Jackson nem mesmo estava presente na ocasião e nada sabia sobre isso. O advogado disse que as crianças Arviso foram pegas quebrando o refrigerador enquanto bebiam álcool e foram pegas roubando álcool no armário para beber.
O advogado de defesa descreveu o comportamento das crianças Arviso em Neverland. Enquanto que a principio, eles pareciam bem comportados, mas com o passar do tempo, eles mudaram radicalmente, Mereseau deu exemplos falando sobre as áreas de diversão em Neverland, e como um trabalhador que tomava conta das áreas de passeios estava “chocado e horrorizado” por saber que as crianças Arviso tinham memorizado os códigos dos brinquedos, tinham subido no topo da roda gigante e foram vistas jogando coisas nas pessoas e nos elefantes.
“Nós provamos que eles também fizeram o mesmo com vários códigos da casa. Eles (as crianças Arviso) de alguma forma eles encontraram um modo de vagar a vontade ao redor da casa, ate mesmo quando o senhor Jackson estava na cidade”, disse Mereseau. “eles foram pegos de fato no quarto dele. Testemunhas testemunharam a ele esse fato, eles estavam descontrolados.”
Quando Mereseau fez referencia a “revistas sensuais” encontradas na casa de Jackson, ele admitiu livremente que lia de vez em quando a playboy e hustler enquanto pedia para um dos empregados pessoal para escolher em um comerciante local, porem, Michael negou absolutamente ter mostrado as revistas para as crianças. Na realidade disse Mereseau, que as revistas que Sneddon mencionará na abertura de suas declarações para atrair os meninos Arviso, “as revistas sensuais” estavam de fato em uma pasta escondia atrás do armário.
“Senhor Jackson contou-lhe que ele pegou as crianças com essas revistas dele, ele foi e tomou a pasta deles,” insistiu Mereseau.
Mereseau enfatizava como o Michael Jackson era querido havendo liquidado sua participação no documentário do Bashir que seria a primeira exibição que tentaria de evidenciar a entrada. As negociações orientadas entre Jackson e Bashir especificavam que qualquer lucro com o projeto entraria como caridade para a Inglaterra. Na realidade Jackson e Bashir tinham falado de 250, 000 libras britânicas aproximadamente iriam para a caridade.
Essa doação caridosa, de acordo com os advogados de Jackson, era a razão de Jackson concordar em fazer o documentário. Se no passado, Michael tivesse acusado de fazer “declarações” que ego-engradecendo ou comodismo. Isso certamente não seria parte do caso com o Bashir. O empenho dele com Martim Bashir, Michael Jackson acertado abriu a sua casa completamente baseado no que Jackson desejava – e nas promessas de Bashir – produzir um filme que ajudaria as crianças ao redor do mundo. Mereseau mostra que Jackson acreditava tão sinceramente em Bashir, que o ícone pop não via necessidade nenhuma de negociar com o desconhecido jornalista britânico. Jackson estava tão confiante. Que ele não sentia necessidade nenhuma de intermediários para encontros para cumprir horários ou preços.
“Michael confiava que senhor Bashir o iria apresenta sob uma luz de honra e honestidade,” acrescentou Mereseau. “O que não aconteceu.”
“Nós provamos a vocês que Jackson, por causa de sua presença na industria da musica ao redor do mundo, continuamente atraindo pessoas que visam lucros,” disse Mereseau ao júri. “Nós provamos a vocês que isso cria um problema em sua vida e aqui está o problema existente: Senhor Jackson é um artista. Ele é chamado de gênio musical. Ele é uma pessoa criativa que dança batida de bateristas diferentes”.
“Senhor Bashir expressou surpresa quando Michael disse a ele ‘ eu tenho uma arvore na minha propriedade, e a muito tempo eu subo nela sozinho, sento fico imóvel e medito. É muito freqüente, Deus me dá lampejos de criatividade que eu preciso para trabalhar, para me superar.’”
“Nós provamos a vocês,” Mereseau disse, que o senhor Jackson se levanta as três horas da manhã em Neverland. Ele caminha pelo lado de fora da casa, caminha debaixo das estrelas, da lua e do céu. E do seu modo ele medita sobre si próprio, esperando a inspiração e as idéias vir.”
Os primeiros dias de testemunho começaram, Michael, vestido como um general militar vestindo uma braçadeira ouro, vestia uma jaqueta vermelha com ornamento em ouro, manteve-se completamente em silencio atrás da mesa da defesa. Michael estava sempre em silencio. De alguma maneira ele esteve no comando em cima das pessoas com esse silencio. Katherine e o irmão Jackie eram os únicos membros da família com ele, e naquela manhã, da mesma maneira que Michael chegou na mesa de defesa, katherine alcançou uma peça da jaqueta do seu filho e puxar por cima para ela. A penúltima mãe como sempre, katherine era a essência da graça debaixo da pressão.
Como ele fazia diariamente, Michael sorria para os jurados quando ele guardava os óculos borda wire-rimmer que ele tem, fazendo-o parecer mais serio e adulto do que antes. Pouco antes dos procedimentos começarem enquanto se falava aos sussurros. As pessoas da mídia mostravam Michael com pó branco de maquiagem, mídia gostava de tagarelar sobre coisas obscuras, enquanto procurava novas razões para atormentar a super-estrela. As pessoas da mídia falavam dele como se ele fosse um palhaço, por trás dele em volta, até mesmo dentro da corte de lei da Califórnia onde as coisas eram reais e serias as ações de Jackson não deram razão nenhuma para os reportes dizerem que ele era maluco ou representava tudo que as pessoas pareciam esperar dele.
As pessoas da mídia comentavam sobre o tom de pele dele. Eles desejavam saber sobre o vitiligo de Michael, as condições da pele dele que resulto na perda de pigmentação e remendos de pele. Mas estavam certos que Michael havia escolhido a cor de sua pele, alguns sentiam isso. Algumas pessoas estavam bravas por Michael nunca admitir o que tinha feito e para muitos era certo julgar-lo.
Até o próprio Michael pensava ter explicado a condição de sua pele em entrevista na TV, falando da dor emocional que ele sofreu por sua pele estar manchada, mas as pessoas se recusam a aceitar essa historia dele, ao invés de ver uma pessoa que transcendeu as raças, muitos americanos estavam perplexos em relação a pele de Michael – e acreditavam que a super-estrela tinha clareado sua pele deliberadamente.
Gary Coleman, uma antiga estrela da TV estava do lado de fora da sala da corte fez comentários para um programa de comedia, tinha começado a fazer piadinhas publicas sobre Michael. Precocemente, Coleman observou que Michael Jackson tinha encontrado um júri de seus semelhantes dele: “Ele não era negro desde 1988,” zombava Coleman.
Quando as acusações foram feitas o carro chefe deles era Martim Bashir eles o chamaram para o primeiro posto. Um jornalista estava trabalhando por vinte anos no negocio tendo falado ao júri antes do documentário de Jackson, ele havia feito um filme “amantes satânicos” de uma hora sobre um assassino em serie. Era isso que Martim Bashir queria roubar antes de 1995, quando Bashir impediu uma entrevista com a princesa Diana. Ele havia produzido um documentário de horas antes, sobre Diana que foi ao ar pela ITV, maior rede comercial inglesa.
Quando Bashir entrou na sala do tribunal inicialmente, katherine se levantou e caminhou para fora. Ela não podia ficar na mesma sala com o homem que a enganou tão descaradamente assim. Embora katherine voltasse para sentar e ver parte do documentário na TV – era evidente que ela estava enojada com tudo o seu conteúdo e enfurecida com tudo e por outra “armadilha da mídia” que ela cairá.
Bashir disse ao júri que o documentário dele, vivendo com Michael Jackson, produzido pela produções Granada, tinha ido ao ar inicialmente em fevereiro de 2003. E o documentário foi oferecido como evidencia, o juiz advertiu o júri que o DVD não estava sendo oferecido como a verdade. O juiz explicou que o que se teria dentro do DVD se passaria como indicativo da verdade, advertindo ao balcão do júri que enquanto ao resto do programa considerasse como boato.
Então, com a primeira exibição iniciou com uma tela gigante na sala do tribunal, o júri, os observadores foram para uma sala no tribunal sendo levados para um mundo que os fizeram lembrar da maior parte da vida Michael pelas imagens. Eles estavam de olhos arregalados, enquanto observavam Jackson em seu próprio espaço chamado Neverland, eles se deixaram cativar pelo ícone pop que era Michael Jackson. Todo mundo na sala do tribunal escutava vigorosamente as melodias dele evidentemente de fundo que o Bashir usou. Com as musicas de Michael a sala do tribunal encheu, fazendo as pessoas se abrirem e balançarem. Alguns dos jurados estavam batendo palmas com as batidas da musica dele. E Michael era incapaz de ficar parado ao som do seu próprio ritmo.
Era como assistir um filme desenvolvido, enquanto assistia os trechos do Bashir.
E no começo, parecia quase que uma diversão.
O júri assistiu como Michael falava para o Bashir sobre como ele amava passear no parque de diversão. Eles notaram uma intimidade nas entrevistas, uma intimidade em Michael Jackson que as pessoas nunca tinham visto antes. Michael estava revelando a sua alma. Ele estava sendo sincero sobre o porquê dele gostar de brincar e andar com crianças. Como ele e Bashir caminharam pelos arredores espetacular parque de diversão, Michael confiou que ele achou a roda gigante calmante. Ele contou a Bashir que ele vinha, com freqüência, fazer passeios noturnos.
No tribunal, Marin Bashir, que se ajudou baixando a cabeça quando ele se sentou primeiro no banco, ele estava pouco disposto a encarar Michael Jackson no rosto no banco de testemunha. Durante a exibição do documentário, para pratico propósito, Bashir foi lhe permitido sentar com o resto da multidão na sala do tribunal e Ele parecia zombar em desprezo do restante da mídia. E nada mais. Bashir Parecia transpirar uma atitude de superioridade.
Havia algo a se presumir sobre ele.
Ele era astuto e estava orgulhoso dele mesmo.
Após os observadores assistirem o DVD na sala do tribunal, estava claro a posição do britânico senhor Bashir. O modo doce que ele sabiamente ocultava a sua voz, Michael Jackson absolutamente fascinado. Todo mundo assistiu como Bashir seduziu a super-estrela. O jornalista britânico estava sendo tão cortês, agindo escravizando cada promessa e elogios, o jornalista pode obter aproximadamente tudo que o rei do pop abriu sobre esse mundo. De alguma forma Bashir tinha conseguido a total confiança – tanto que nada sobre Jackson foi previamente proibido.
No final, Bashir tinha usado Michael Jackson para colocar fora da mídia a grande sensação.
Agora com a exibição do documentário, como os jurados sentaram, enquanto assistiam Neverland com supressa. Eles observaram que Michael estava feliz por levar Bashir a um passeio pelos 27 mil acres da propriedade que era conhecida por Jackson como Neverland agindo com uma criança, a voz cheia de excitação por estar contente por levantar como uma criança.
Bashir concorreu com Jackson, dirigindo ao longo da pista de kart do vale de Neverland era tudo uma boa diversão – ou assim parecia. E de repente Bashir usou Michael indo acarretar para cortar na frente do júri assistir Jackson gritar, "Ele trapaceia, hei! Ele está trapaceando."
Como tão verdadeira essas palavras soariam.
Bashir queria estar em todos os lugares que Michael estava – e esse acesso completo a vida particular de Michael lhe foi concedido. Mas como se mostrou, Bashir fez uso desses acessos um escárnio de Michael. Ele tratou de Michael com benevolência e tendo ele vendido seu documentário a rede ABC transmitir nos Estados Unidos, Bashir se lançaria em uma nova carreira significativa. Salário nos escritório da televisão ABC em Nova York. Por causa do documentário de Jackson, Bashir havia se tornado um correspondente do horário nobre dos noticiários da ABC, um colega de Barbara Walters.
Com o DVD passando continuamente para os jurados, Martin Bashir, era parte do caráter central, ele tinha um olhar estranho na face, enquanto sentado na sala do tribunal entre as pessoas, assistindo como seu trabalho manual era julgado. Os jurados noticiaram como eles estudaram a entrevista do Bashir, assistindo aos atos do jornalista como se ele estivesse completamente distante da estrela pop, Bashir estava pensando bem na rotina tentação e interruptor, Bashir era um absoluto traidor, não foi longe para os jurados ouvir no documentário Bashir, ir da voz antes doce para a ameaçadora.
Como Bashir brincava e sorria com Jackson, a voz dele começou a sugerir em seus comentários que havia algo de errado com a vida de Jackson. Com a obsessão de Jackson com seu rosto, com seu relacionamento com crianças.
“Como você escreve uma canção?” Perguntava Bashir, “Ensine-me!” alegou Bashir Jackson começou a mostrar como ele dança e canta.

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Re: Livro "Conspiracy" by Afrodite Jones

Mensagem por Raquel M.K.Jackson em Dom Set 18, 2011 6:08 pm

Michael que parecia inibido, dizia-se ele estar “envergonhado” não queria se levantar e dançar em frente às câmeras, porem, r Bashir que fingiu uma curiosidade de aluno, Jackson concordou em fazer o Moonwalk.
Com Michael deslizando pela madeira lisa, Bashir fizera uma tentativa fraca de segui-lo. Era um jogo sujo que Bashir estava jogando. Ele estava jogando para cima as palavras. Ansioso por fazer o artista confortável e feliz. Como todos assistiram na sala do tribunal, estava claro que Michael gostava de ter atenção, que ele gostou de ser tratado como uma pessoa especial. Bashir parecia saber trabalhar as fraquezas de Michael e o jornalista o elogiou aos altos dos céus.
Deslize no seu salto do sapato, não nos dedos do seu pé, dizia Michael.
Era obvio que Bashir não pudera dançar nada. Bashir estava apenas olhando por mero interesse, suas câmeras percorreram o estudo de dança de Michael e focaram em uma pintura que ele pendura no alto, era uma pintura de Michael como uma figura angelical cercada de querubins de todas as raças e religião. O foco da cena, era como Michael falava que escrevia suas canções, sobre como as musicas “vinham quando queriam”, e Bashir estava tentando fazer Michael parecer algo de ego obsessão.
Quando os jurados começaram a ver a dimensão da casa Neverland de Jackson, enfeitado em todos os lugares, com castelos quartos de brinquedos e manequins de tamanho real alguns deles pareciam atordoados de ver a sensibilidade infantil que obscureceu luxuosidade da casa combinada por Michael, no entanto eles dançaram com os Jackson 5 ao ouvir novamente, Michael dançavam quando algumas de sua canções tocavam comentando dentro da sala do tribunal.
Michael falou sobre Neverland dizendo “Eu sou Peter Pan em meu coração.” Ele explicou que se identificava com Peter Pan por que ele representava toda a magia que as crianças eram, e encantameto. Michael fez uma rara exceção a Bashir, mostrando lhe a sua “arvore da sorte”, lugar que ele escalou para estar sozinho e escrever sua musicas. Michael listou varias canções que ele tinha escrito lá dentre elas Black or White e heal the world.
“Venha! Você não quer vir?” perguntava Michael ao Bashir. “Esse era um grande segredo eu nunca tinha mostrado a ninguém minha arvore da sorte. Você não quer subir?”
Mas Bashir não queria subir em arvores. Parecia que ele tinha outras coisa no qual ele planejava subir: incorporada escala e na mão das estrada as fama. Para Bashir, era uma arvore de dinheiro. Nunca oferecendo um close-up alguma coisa sobre Michael Jackson .
“você não sobe em arvores?” perguntava Michael, confuso.
“Não eu não subo,” dizia Bashir.
Você está fugindo. Dizia-lhe Michael como ele tinha lhe dado o guarda-chuva e depressa ouviu o assistente.
Bashir queria saber como subir em arvores era uma das possíveis coisas favoritas que Michael fazia. Ele desejou saber se Michael não preferia fazer amor ou uma apresentação. Michael pareceu confuso com Bashir questionado sobre seus momentos de felicidade e disse-lhe que nada poderia se comparar, uma apresentação, a subir em arvores e uma guerra de balões de água esses eram seus passatempos favoritos.
Bashir não ficou muito tempo no assunto passatempo. Ele quis passar Michael de gênio, para presente musica de Michael. Ele queria passar para o seu mundo pessoal e privado, e não desperdiçou muito tempo antes de chegar nesse assunto, fazendo Michael chorar.
A multidão da sala do tribunal permaneceu em silencio quando Jackson foi convocado a falar da perda de sua infância. Foi-lhe perguntado como eram as disciplinas feitas pelo seu pai e aos seus irmãos sendo crianças. Michael tendo seu corpo chacoalhado e jogado. De acordo com Michael se eles não estivessem dentro dos padrões estipulados por Joe,e então ele e seus irmãos eram surrados.
Para a família de Michael, o documentário tinha sido em tempo muito doloroso. Como o documentário tinha sido até mesmo muito pessoal. Michael ficou visivelmente transtornado por trás da mesa da defesa e Jackie e katherine ficaram também abalados. Michael confidenciou a Bashir que Joe tinha tratado os filhos com disciplina rígida que ele batia neles com o cinto, que ele batia nos irmãos com fio de ferro de passar, com qualquer coisa que ele pudesse usar.
“Eu me lembro de ouvir minha mãe gritando ‘Joe você vai matá-lo! Você vai matá-lo!’” admitiu Michael. “boa parte do tempo ele não podia me pegar, mas quando o fazia era ruim. Ele era assustador. Assustador, eu acho que ele não percebeu, até hoje, como ele nos era assustador.”
Michael confidenciara que às vezes ele tinha tanto medo do pai que ele desmaiava, e seus seguranças tinha que segura-lo. Michael mencionou que nunca levantaria um dedo contra seus próprios filhos. Estava claro que as lembranças de trinta anos atrás estavam mesmo vivas para Michael.
“Ele não nos permitia que o chamasse de papai,” Michael desejava. “Ele dizia, ‘eu sou Joseph para você. Não sou papai’ eu faço o oposto não deixo meus filhos me chamarem de Michael. Meus filhos me chamam de papai.”

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Raquel M.K.Jackson
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